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Fiat Uno

O sucesso de montadoras de veículos está diretamente relacionado a aceitação popular de seus modelos, que permitam uma linha de montagem estável durante um longo período de tempo e com alta lucratividade.

Pense, por exemplo, nas fábricas de carros mais populares do Brasil. Volkswagen, Chevrolet e Fiat. Todas têm modelos que rapidamente vêm à tona quando se pensa na marca.

No caso da fábrica alemã, é notório o sucesso das linhas do Gol, há décadas entre os mais vendidos no mercado nacional e também o Fusca. Pensando na fábrica estadunidense é difícil descartar modelos de grande sucesso histórico como o celta e o corsa.

Mas o tema central desse texto não tem o selo da Volkswagen ou da Chevrolet, mas o da italiana Fiat, empresa com modelos no top 3 em vendas no Brasil quase desde o início de suas atividades no país. Se destacam dois modelos, ainda em fabricação, o Fiat Palio e o Fiat Uno.

         Fiat Uno História

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Um dos maiores casos de sucesso no setor automotivo em todos os tempos. O Fiat Uno foi lançado em 1984 e, de lá pra cá nunca mais saiu das linhas de produção da Fiat.

O Uno é o segundo carro mais vendido na história do Brasil, com cerca de 3,5  milhões de unidades vendidas se somadas todas as gerações do simpático modelo popular da Fiat. Só perde na lista para o Volkswagen Gol, que já superou a marca de 6 milhões de unidades vendidas.

O lançamento do Fiat Uno no Brasil teve um sucesso rápido e foi um dos principais responsáveis pelo sucesso da marca italiana no Brasil. Esse sucesso viria a se consolidar posteriormente com veículos como o Palio e permitiram que a Fiat se aventurasse para além dos modelos ditos “populares”, apostando em sedans, SUVs, caminhonetes, dentre outros.

A primeira versão do Uno a fazer sucesso de forma avassaladora foi o Uno Mille, lançado no início da década de 1990. O carro foi pensado pela Fiat como uma resposta rápida para a medida anunciada pelo governo do então Presidente Fernando Collor que reduziria impostos para a venda de carros com motores de 800 a 1000 centímetros cúbicos. Esse segmento então tomou de vez o mercado automotivo nacional e foi capitaneado pelo Uno como um sucesso absoluto de vendas.

Rapidamente o Uno se consolidou como referência em sua categoria não só em relação ao preço, mas também sendo bem avaliado por sua performance. Dentre os carros com motor 1.0 era um dos que apresentava melhor autonomia apesar dos valores modestos de aceleração (demorava cerca de 21 segundos para chegar a 100 km/h) e velocidade máxima (135km/h). Um dos destaques do Uno era um motor silencioso e com uma vibração quase imperceptível, algo raro para os carros da época.

Até a chegada dos concorrentes Chevette Junior, da Chevrolet e do Volkswagen Gol 1000 em 1991, o Uno Mille reinou soberano no segmento de veículos populares.

A concorrência com pesos pesados do setor automobilístico motivou a Fiat a investir em seu sucesso de vendas, no intuito de fazer frente a seus competidores diretos pela liderança no ranking de vendas.

Em 1995 a Fiat passou a produzir todos os Uno 1.0 com injeção eletrônica, o modelo Mille Eletronic passou a se chamar Mille I.E. e o ELX passou a se chamar EP. Nesse contexto o Uno Mille passou a ser o carro mais potente entre seus competidores com um motor com 58 cavalos de potência.

A chegada do Palio, em 1997, provocou rumores sobre a possível interrupção da produção do Uno e os modelos EP e I.E. foram, de fato, aposentados. Mas a Fiat decidiu por não interromper por completo os lançamentos de seu maior sucesso de vendas até então e lançou a versão SX, com a deia de ser um carro intermediário entre as duas versões antigas. Em 1997 seria lançada a edição especial do Uno, chamada de Young.

A ideia do modelo Young é autoexplicativa e buscava um público mais jovem, com mudanças simples no design do veículo, tanto na parte interna quanto na parte externa.

A partir daí a Fiat lançou diversas versões diferentes do Uno, mas sem grandes novidades, nem no desenho, nem na mecânica. A grande mudança aconteceria em 2001, quando os modelos populares da Fiat ganharam uma nova tecnologia de motor.

O motor Fire substituiu o Fiasa 1.0 e deu ao Uno novas características de desempenho. Embora de uma forma geral o carro tenha perdido, em média, dois cavalos de potência, o Uno ganhou em torque, leveza e, o mais importante, se tornou bem mais econômico. A economia de combustível se tornou a principal marca do Uno no novo milênio e foi devidamente explorada pela Fiat para aumentar as vendas do modelo.

Mesmo com o crescimento e ampliação de segmentos promovida pela Fiat no mercado, a empresa italiana nunca conseguiu deixar de produzir o Uno, que se mantinha invariavelmente entre os líderes de vendas. Em 2004, quando o modelo completou 20 anos de mercado, a Fiat realizou a primeira mudança significativa de design.

Depois de duas décadas com o modelo bem marcado e reconhecido pelo público, o Uno ganhava uma nova cara, os para-choques foram refeitos, os faróis trocados, lanternas adicionadas e uma grade cortando o capô chamaram a atenção.

Um ano depois, em 2005 o Uno sofreria mais uma alteração importante, desta vez de ordem mecânica. O motor Fire, incorporado em 2001 passou a ser Fire Flex, aceitando tanto gasolina quanto etanol. Além da bivalência de combustíveis o novo motor também aumentava a potência de 55 para 65 cavalos e o torque de 8,5 para 9,1 kgfm.

Em 2008 a Fiat apostou de vez na característica da economia de combustível já atribuída ao Uno e lança o Mille Economy com um motor que consumia ainda menos e marcadores no painel que sinalizavam a marcha e a rotação em sintonia ideal para uma maior economia de combustível.

A última grande alteração do Uno aconteceu em 2010, quando foi lançado o Novo Uno, com uma completa reformulação de design. As tradicionais formas quadradas do carro forram arredondadas e os modelos passaram a ganhar variações de estilo, com versões mais esportivas, por exemplo. Um outro ponto que marcou a chegada do Novo Uno ao mercado foi a extensa gama de novas cores em que o carro foi produzido, indo de um vermelho escuro até um verde fluorescente.

O Novo Uno seguiu a tradição da marca e segue sendo um dos carros mais vendidos do país, atraindo pela economia de combustível, uma mecânica com autonomia e um preço acessível, fazendo jus ao ícone dos carros populares!

 

 

 

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